Oh Sebastian! Sente aqui.
Primeiro; a vida não é bela como dizem.
Segundo; irás sofrer muito.
Terceiro; ignore os dois primeiros e viva sem ter medo.
domingo, 14 de julho de 2013
Amar, sonhar
A luz se apagou.
E o fogo acendeu.
Sim, sua cintura já estava junto a minha, seus lábios compressos e pela primeira vez seu corpo em total contato com o meu.
Ou quase.
No horizonte é que se acontece, por isso deitar era passo, deitar, assim tão rápido como o amor aconteceu.
Ah, pelo seu eu pude me encantar, deslizar, agora a prova física de que a compatibilidade era certa assim como nós já tínhamos certeza, se provou mais exata do que qualquer ciência desse gênero.
O toque, a respiração, o calor.
O tempo parado, assim eu pude provar.
Nada mais tinha importância.
Seu corpo, sua voz a sussurrar.
Desceu, devagar, não tinha mais o que fazer, deixei. Fui a outra dimensão, e voltei ao cômodo sem crer.
Você se retorcia mal conseguia respirar, o prazer te tomava conta. Parei, nos deixei descansar.
Conversamos pelas propostas de futuro. Contigo, como sabes, meu assunto nunca acaba. Mas deixei um silêncio no ar.
Apagamos feito a luz, com o contato aconchegante, sem acreditar.
Com você, reaprendi a sonhar. Amar, sonhar.
O fogo ainda está ali, forte e presente, menos acesso, mais vivo para o dia que vamos acordar.
Inesquecível, traduz.
Não sei como terminar, mas assim, saiba que não quero e não vou te deixar.
E o fogo acendeu.
Sim, sua cintura já estava junto a minha, seus lábios compressos e pela primeira vez seu corpo em total contato com o meu.
Ou quase.
No horizonte é que se acontece, por isso deitar era passo, deitar, assim tão rápido como o amor aconteceu.
Ah, pelo seu eu pude me encantar, deslizar, agora a prova física de que a compatibilidade era certa assim como nós já tínhamos certeza, se provou mais exata do que qualquer ciência desse gênero.
O toque, a respiração, o calor.
O tempo parado, assim eu pude provar.
Nada mais tinha importância.
Seu corpo, sua voz a sussurrar.
Desceu, devagar, não tinha mais o que fazer, deixei. Fui a outra dimensão, e voltei ao cômodo sem crer.
Você se retorcia mal conseguia respirar, o prazer te tomava conta. Parei, nos deixei descansar.
Conversamos pelas propostas de futuro. Contigo, como sabes, meu assunto nunca acaba. Mas deixei um silêncio no ar.
Apagamos feito a luz, com o contato aconchegante, sem acreditar.
Com você, reaprendi a sonhar. Amar, sonhar.
O fogo ainda está ali, forte e presente, menos acesso, mais vivo para o dia que vamos acordar.
Inesquecível, traduz.
Não sei como terminar, mas assim, saiba que não quero e não vou te deixar.
sábado, 6 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
A procura na escuridão
Às vezes queria sumir, sumir, desaparecer, onde nenhuma luz
chegasse
Onde só a escuridão existe e meu pensamento vagasse, em
busca de uma solução
A solução, algo difícil de encontrar, ainda mais na
escuridão, mas sei que lá não irei procurar em vão
Descobrindo a solução, descobrirei o clarão, onde as
resposta lá estarão
Respostas duras posso esperar, tomando estas decisões, quem
irei machucar?
Qual é o caminho certo? Diga, berre, chore, descabele!
Não quero te machucar, não quero lhes machucar, não quero me
machucar
Quero um brilho no olhar, a felicidade enfim aflorar.Indo
Comecei a escrever, sem saber o que ia escrever. Comecei a falar, sem saber o que ia falar.
Comecei a viver, sem saber em que viver. Comecei a sentir, sem saber o que é sentir.
Escritores, escrevem, falam, vivem e sentem. Seria eu um escritor?
Mas que bosta de texto é este? Quem escreveria algo assim? Ah, tenho pena de você, sou apenas um menino sem saber o que fazer, esperando a dor passar e o tempo levar aquilo que ele mesmo já tirou.
Agora me diga, quem é você? O que te traz aqui? O que te trouxe até aqui? O que te faz ser o que você é?
Ah, se eu soubesse responder...
Enquanto isso fico aqui, escrevendo, falando, vivendo e sentindo.
Ando, endo, indo.
Ando, endo, indo.
Ando, endo, indo.
Comecei a viver, sem saber em que viver. Comecei a sentir, sem saber o que é sentir.
Escritores, escrevem, falam, vivem e sentem. Seria eu um escritor?
Mas que bosta de texto é este? Quem escreveria algo assim? Ah, tenho pena de você, sou apenas um menino sem saber o que fazer, esperando a dor passar e o tempo levar aquilo que ele mesmo já tirou.
Agora me diga, quem é você? O que te traz aqui? O que te trouxe até aqui? O que te faz ser o que você é?
Ah, se eu soubesse responder...
Enquanto isso fico aqui, escrevendo, falando, vivendo e sentindo.
Ando, endo, indo.
Ando, endo, indo.
Ando, endo, indo.
Coelhinho
Coelhinho que estava preso, e da prisão quis se soltar
Achavas que a liberdade era boa, e do prazer podia se fartar
Pobre, estava enganado, a prisão tinha algo que podia lhe
confortar
A liberdade é boa, mas não se tem a quem amar.
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