Eu, aqui na fila do banco estou
Um velho me olha emburrado
O que teria vivido?
O que teria sentindo?
Quais amores foram compreendidos?
Penso no meu menino
Meu menino de cabelo loiro e liso
Será que um dia viverás isto?
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Distante
Estou aqui sentado tentando escrever um pouco sobre como sua partida me deixou vazio e me fez chorar. Mas não sei dizer, e nem palavras belas sei usar. Usar palavras belas para uma tragédia. Tanto já foi escrito sobre isso, quão clichê, me sinto submisso.
Submisso, no fundo, impregnado, acorrentado, ancorado, nessa sensação da sua falta. Do seu distante, não há nada mais angustiante, do que seu amor me escapar.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Dois Mundos
Quando dois mundos se chocam
Há um explosão
Quando dois mundos se chocam
Há um vendaval
Quando dois mundos se chocam
Há um furacão
Quando dois mundos se chocam
Alguém passa mal
Quando dois mundos se chocam
Um outro se cria
E em meio essa rebeldia
O pulsante chama
Pede por atenção.
Há um explosão
Quando dois mundos se chocam
Há um vendaval
Quando dois mundos se chocam
Há um furacão
Quando dois mundos se chocam
Alguém passa mal
Quando dois mundos se chocam
Um outro se cria
E em meio essa rebeldia
O pulsante chama
Pede por atenção.
domingo, 4 de agosto de 2013
Sobre você, vida e escrever
Só quem mesmo te conhece, sabe das tuas angústias, e só você mesmo sabes do que precisas.
Ah vida! se fosses fácil, por qual motivo te viveria? Papel em braco, imitas um papel em branco. Adora que escrevamos sobre ela, mas mesmo que não queremos escrever nada, alguém escreve por nós. É, isso não nada legal, alguém escrever por nós. Me considero um personagem, mas não gosto desses roteiristas, não sabem um bom fim pra mim, quem escreve meu final feliz, não são eles nem outras pessoas, sou eu mesmo. Ora, me dê este papel em branco! Ele é meu! Só quem me conhece bem sabe das minhas angústias, e só eu mesmo sei do que preciso.
Não deixe ninguém escrever por ti.
Ah vida! se fosses fácil, por qual motivo te viveria? Papel em braco, imitas um papel em branco. Adora que escrevamos sobre ela, mas mesmo que não queremos escrever nada, alguém escreve por nós. É, isso não nada legal, alguém escrever por nós. Me considero um personagem, mas não gosto desses roteiristas, não sabem um bom fim pra mim, quem escreve meu final feliz, não são eles nem outras pessoas, sou eu mesmo. Ora, me dê este papel em branco! Ele é meu! Só quem me conhece bem sabe das minhas angústias, e só eu mesmo sei do que preciso.
Não deixe ninguém escrever por ti.
domingo, 14 de julho de 2013
Sente aqui
Oh Sebastian! Sente aqui.
Primeiro; a vida não é bela como dizem.
Segundo; irás sofrer muito.
Terceiro; ignore os dois primeiros e viva sem ter medo.
Primeiro; a vida não é bela como dizem.
Segundo; irás sofrer muito.
Terceiro; ignore os dois primeiros e viva sem ter medo.
Amar, sonhar
A luz se apagou.
E o fogo acendeu.
Sim, sua cintura já estava junto a minha, seus lábios compressos e pela primeira vez seu corpo em total contato com o meu.
Ou quase.
No horizonte é que se acontece, por isso deitar era passo, deitar, assim tão rápido como o amor aconteceu.
Ah, pelo seu eu pude me encantar, deslizar, agora a prova física de que a compatibilidade era certa assim como nós já tínhamos certeza, se provou mais exata do que qualquer ciência desse gênero.
O toque, a respiração, o calor.
O tempo parado, assim eu pude provar.
Nada mais tinha importância.
Seu corpo, sua voz a sussurrar.
Desceu, devagar, não tinha mais o que fazer, deixei. Fui a outra dimensão, e voltei ao cômodo sem crer.
Você se retorcia mal conseguia respirar, o prazer te tomava conta. Parei, nos deixei descansar.
Conversamos pelas propostas de futuro. Contigo, como sabes, meu assunto nunca acaba. Mas deixei um silêncio no ar.
Apagamos feito a luz, com o contato aconchegante, sem acreditar.
Com você, reaprendi a sonhar. Amar, sonhar.
O fogo ainda está ali, forte e presente, menos acesso, mais vivo para o dia que vamos acordar.
Inesquecível, traduz.
Não sei como terminar, mas assim, saiba que não quero e não vou te deixar.
E o fogo acendeu.
Sim, sua cintura já estava junto a minha, seus lábios compressos e pela primeira vez seu corpo em total contato com o meu.
Ou quase.
No horizonte é que se acontece, por isso deitar era passo, deitar, assim tão rápido como o amor aconteceu.
Ah, pelo seu eu pude me encantar, deslizar, agora a prova física de que a compatibilidade era certa assim como nós já tínhamos certeza, se provou mais exata do que qualquer ciência desse gênero.
O toque, a respiração, o calor.
O tempo parado, assim eu pude provar.
Nada mais tinha importância.
Seu corpo, sua voz a sussurrar.
Desceu, devagar, não tinha mais o que fazer, deixei. Fui a outra dimensão, e voltei ao cômodo sem crer.
Você se retorcia mal conseguia respirar, o prazer te tomava conta. Parei, nos deixei descansar.
Conversamos pelas propostas de futuro. Contigo, como sabes, meu assunto nunca acaba. Mas deixei um silêncio no ar.
Apagamos feito a luz, com o contato aconchegante, sem acreditar.
Com você, reaprendi a sonhar. Amar, sonhar.
O fogo ainda está ali, forte e presente, menos acesso, mais vivo para o dia que vamos acordar.
Inesquecível, traduz.
Não sei como terminar, mas assim, saiba que não quero e não vou te deixar.
sábado, 6 de julho de 2013
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