segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Fila do banco

Eu, aqui na fila do banco estou
Um velho me olha emburrado
O que teria vivido?
O que teria sentindo?
Quais amores foram compreendidos?
Penso no meu menino
Meu menino de cabelo loiro e liso
Será que um dia viverás isto?

Distante

Estou aqui sentado tentando escrever um pouco sobre como sua partida me deixou vazio e me fez chorar. Mas não sei dizer, e nem palavras belas sei usar. Usar palavras belas para uma tragédia. Tanto já foi escrito sobre isso, quão clichê, me sinto submisso.
Submisso, no fundo, impregnado, acorrentado, ancorado, nessa sensação da sua falta. Do seu distante, não há nada mais angustiante, do que seu amor me escapar.